http://padilhaverde.blogspot.com.br/2013/06/coisas-que-tv-nao-mostra-nos-manifestos.html
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Mulher pede indenização na justiça por ter casado com homem de pênis pequeno
KDB, 26 anos, advogada e residente no município de Porto Grande, no Amapá, decidiu processar seu ex-marido por uma questão até então inusitada na jurisprudência nacional. Ela processa ACD, comerciante de 53 anos, por insignificância peniana.
Embora seja inédito no Brasil, os processos por insignificância peniana são bastante frequentes nos Estados Unidos e Canadá. Esta moléstia é caracterizada por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros. A literatura médica afirma que esta reduzida envergadura inibe drasticamente a libido feminina, interferindo de forma impactante na construção do desejo sexual.
O casal viveu por dois anos uma relação de namoro e noivado, e durante este tempo não desenvolveu relacionamento sexual de nenhuma espécie em função da convicção religiosa de ACD. KDB hoje o acusa de ter usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico. Em depoimento a imprensa, a denunciante disse que “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais teria me casado com um impotente”.
A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge quando existe a “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”. E justamente partindo desta premissa que a advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.
ACD que agora é conhecido na região como Toninho Anaconda, afirma que a repercussão do caso gerou graves prejuízos para sua honra e também quer reparação na justiça por ter tido sua intimidade revelada publicamente.” [1].
Mulher pede indenização na justiça por ter casado com homem de pênis pequeno
KDB, 26 anos, advogada e residente no município de Porto Grande, no Amapá, decidiu processar seu ex-marido por uma questão até então inusitada na jurisprudência nacional. Ela processa ACD, comerciante de 53 anos, por insignificância peniana.
Embora seja inédito no Brasil, os processos por insignificância peniana são bastante frequentes nos Estados Unidos e Canadá. Esta moléstia é caracterizada por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros. A literatura médica afirma que esta reduzida envergadura inibe drasticamente a libido feminina, interferindo de forma impactante na construção do desejo sexual.
O casal viveu por dois anos uma relação de namoro e noivado, e durante este tempo não desenvolveu relacionamento sexual de nenhuma espécie em função da convicção religiosa de ACD. KDB hoje o acusa de ter usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico. Em depoimento a imprensa, a denunciante disse que “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais teria me casado com um impotente”.
A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge quando existe a “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”. E justamente partindo desta premissa que a advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.
ACD que agora é conhecido na região como Toninho Anaconda, afirma que a repercussão do caso gerou graves prejuízos para sua honra e também quer reparação na justiça por ter tido sua intimidade revelada publicamente.” [1].
Mulher pede indenização na justiça por ter casado com homem de pênis pequeno
KDB, 26 anos, advogada e residente no município de Porto Grande, no Amapá, decidiu processar seu ex-marido por uma questão até então inusitada na jurisprudência nacional. Ela processa ACD, comerciante de 53 anos, por insignificância peniana.
Embora seja inédito no Brasil, os processos por insignificância peniana são bastante frequentes nos Estados Unidos e Canadá. Esta moléstia é caracterizada por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros. A literatura médica afirma que esta reduzida envergadura inibe drasticamente a libido feminina, interferindo de forma impactante na construção do desejo sexual.
O casal viveu por dois anos uma relação de namoro e noivado, e durante este tempo não desenvolveu relacionamento sexual de nenhuma espécie em função da convicção religiosa de ACD. KDB hoje o acusa de ter usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico. Em depoimento a imprensa, a denunciante disse que “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais teria me casado com um impotente”.
A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge quando existe a “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”. E justamente partindo desta premissa que a advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.
ACD que agora é conhecido na região como Toninho Anaconda, afirma que a repercussão do caso gerou graves prejuízos para sua honra e também quer reparação na justiça por ter tido sua intimidade revelada publicamente.” [1].
domingo, 9 de junho de 2013
Como Salomão resolveria o problema do matrimônio gay
Diálogo ocorrido em 950 a.C., no palácio do Rei Salomão:
- Majestade, esses dois homens requerem vossa autorização para unirem-se em matrimônio.
- Matrimônio? Aquele consórcio derivado do vocábulo que os romanos inventarão no futuro para referir-se à “mãe”?
- Não sei, Majestade. Vossa Alteza é que sois o sábio aqui.
- Certo, certo. Hum… Não ficariam satisfeitos apenas com um documento reconhecendo sua união civil?
- Não, Majestade. Eles querem um matrimônio. E que seja realizado no templo.
– Entendo. Façais o seguinte: ponha-os em cativeiro, e se eles conseguirem se reproduzir, libertai-os e deferirei a petição.
http://padilhaverde.blogspot.com.br/2013/06/como-salomao-resolveria-o-problema-do.html
Como Salomão resolveria o problema do matrimônio gay
Diálogo ocorrido em 950 a.C., no palácio do Rei Salomão:
- Majestade, esses dois homens requerem vossa autorização para unirem-se em matrimônio.
- Matrimônio? Aquele consórcio derivado do vocábulo que os romanos inventarão no futuro para referir-se à “mãe”?
- Não sei, Majestade. Vossa Alteza é que sois o sábio aqui.
- Certo, certo. Hum… Não ficariam satisfeitos apenas com um documento reconhecendo sua união civil?
- Não, Majestade. Eles querem um matrimônio. E que seja realizado no templo.
– Entendo. Façais o seguinte: ponha-os em cativeiro, e se eles conseguirem se reproduzir, libertai-os e deferirei a petição.
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Como Salomão resolveria o problema do matrimônio gay
Diálogo ocorrido em 950 a.C., no palácio do Rei Salomão:
- Majestade, esses dois homens requerem vossa autorização para unirem-se em matrimônio.
- Matrimônio? Aquele consórcio derivado do vocábulo que os romanos inventarão no futuro para referir-se à “mãe”?
- Não sei, Majestade. Vossa Alteza é que sois o sábio aqui.
- Certo, certo. Hum… Não ficariam satisfeitos apenas com um documento reconhecendo sua união civil?
- Não, Majestade. Eles querem um matrimônio. E que seja realizado no templo.
– Entendo. Façais o seguinte: ponha-os em cativeiro, e se eles conseguirem se reproduzir, libertai-os e deferirei a petição.
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